
A morosidade do Poder Judiciário pode colocar em risco direitos, ativos e até a própria continuidade dos negócios nas disputas empresariais. Diante disso, as tutelas de urgência se tornam instrumentos fundamentais para garantir a proteção imediata de interesses enquanto o processo ainda está em andamento.
Essas medidas podem ser de urgência cautelar, que visa resguardar um direito contra risco de dano, ou de urgência antecipada, que permite a obtenção provisória de um direito, quando há elementos que demonstrem probabilidade do direito e perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo (art. 300 do CPC).
Entre os cenários mais comuns nas disputas empresariais estão:
A correta utilização das tutelas de urgência exige uma estratégia bem planejada, com a demonstração robusta dos requisitos legais e análise dos riscos envolvidos, inclusive quanto à possibilidade de reversão da medida e responsabilização por eventuais prejuízos.
Para mais informações, entre em contato: Lais Magdaloni Agria.